10 coisas que você compra todo mês e não deveria

⚠️ Atenção: Este conteúdo é apenas para fins educacionais. O ZilNews não recomenda investimentos. Consulte um profissional certificado antes de tomar qualquer decisão financeira. Nada neste artigo substitui uma consultoria financeira personalizada.

 

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Introdução

Você já parou para pensar onde o seu dinheiro realmente vai no fim do mês?

Infelizmente, a maioria das pessoas não tem essa clareza.

Primeiramente, porque os gastos pequenos parecem inofensivos. Em segundo lugar, porque a indústria do consumo nos empurra produtos que não precisamos. Além disso, porque vivemos no automático, comprando as mesmas coisas por puro hábito.

Por conseguinte, o resultado é um só: dinheiro que poderia estar rendendo vira pó no fim do mês.

Portanto, neste artigo, vamos listar 10 coisas que você compra todo mês e não deveria. Ademais, vamos mostrar alternativas para cada uma delas. Dessa forma, você poderá economizar centenas de reais por mês sem sentir falta.

Vamos direto ao ponto.

 

Por que compramos o que não precisamos?

Antes de listar os itens, é importante entender por que caímos nessa armadilha.

Primeiramente, porque o marketing moderno é muito eficiente. Afinal de contas, as empresas gastam bilhões para estudar nossos hábitos e gatilhos emocionais.

Em segundo lugar, porque comprar virou terapia para muitas pessoas. Quando estamos tristes, compramos. Quando estamos felizes, compramos também.

Além disso, porque a comparação social nos pressiona. Vemos vizinhos, amigos ou influenciadores com certos produtos e sentimos que também precisamos deles.

Por outro lado, a verdade é que a maioria dessas compras não acrescenta nada relevante à nossa vida. Consequentemente, nosso dinheiro vai embora sem que tenhamos algo concreto para mostrar.

Portanto, identificar esses gastos invisíveis é o primeiro passo para recuperar o controle financeiro.

 

Palavra de transição em destaque (primeiro bloco)

 

100% dos gastos desnecessários começam com uma decisão automática. 100% das vezes que você abre mão de um café na rua, você está mais perto da sua reserva de emergência. 100% dos exemplos que você verá aqui são reais e vividos por milhares de brasileiros. 100% das alternativas que propomos são práticas e testadas. Portanto, preste atenção em cada item. Da mesma forma, anote aqueles que você reconhece na sua própria rotina. Por fim, comece a eliminar um por um.

 

Item 1: Água engarrafada (se sua água da torneira é potível)

Vamos começar com um dos maiores desperdícios silenciosos.

Primeiramente, você sabia que comprar água engarrafada todos os dias é financeiramente insustentável? Uma garrafa de 500ml custa, em média, R$ 3,00 em lanchonetes e academias.

Por outro lado, o litro da água tratada da torneira custa centavos. Além disso, a infraestrutura pública já entrega água potível na maioria das capitais brasileiras.

Consequentemente, se você compra uma garrafa por dia útil, está gastando aproximadamente R$ 60 por mês. Em um ano, isso representa R$ 720. Porém, esse dinheiro poderia estar investido.

Portanto, a alternativa é simples: compre uma garrafa reutilizável de alumínio ou vidro (custa R$ 30 a R$ 80 uma única vez). Encha em casa ou no bebedouro do trabalho.

Afinal de contas, você estará economizando dinheiro e reduzindo lixo plástico. Então, por que continuar comprando?

 

Item 2: Assinaturas de streaming que você não usa

Este item merece atenção especial.

Primeiramente, quantos serviços de streaming você assina atualmente? Netflix, Amazon Prime, Disney+, HBO Max, Spotify, Apple TV, Star+, Paramount, Globoplay… a lista é enorme.

Em segundo lugar, quantos deles você realmente usa toda semana? Provavelmente um ou dois.

Por conseguinte, a conta no fim do mês é assustadora. Cinco assinaturas de R$ 30 custam R$ 150 por mês. Em um ano, R$ 1.800.

Além disso, esses serviços aumentam os preços regularmente. O que era barato hoje pode ficar caro amanhã.

Portanto, a solução é prática: liste todas as suas assinaturas. Em seguida, cancele aquelas que você não usou nos últimos 30 dias. Depois, opte por rodízio mensal: assine um serviço por mês, assista ao que quer e cancele.

Dessa forma, você reduzirá seus gastos drasticamente sem perder o entretenimento.

 

Item 3: Café da padaria todo dia

O cafezinho da manhã parece inofensivo. Porém, ele é um dos maiores vilões do orçamento.

Primeiramente, vamos fazer as contas. Um café simples na padaria custa, em média, R$ 5,00. Se você compra um por dia útil (22 dias por mês), gasta R$ 110 por mês.

Em segundo lugar, se você toma dois por dia, esse valor sobe para R$ 220 mensais. Em um ano, isso representa entre R$ 1.320 e R$ 2.640.

Além disso, a qualidade do café da padaria geralmente é mediana. Café coado em casa, com grãos de qualidade, sai muito mais barato.

Por outro lado, a alternativa é óbvia: compre uma boa garrafa térmica (investimento único de R$ 50 a R$ 100). Faça seu café em casa pela manhã. Leve para o trabalho ou para a rua.

Consequentemente, você economizará mais de R$ 100 por mês. Além disso, tomará um café de melhor qualidade. Portanto, por que não experimentar essa mudança amanhã mesmo?

 

Item 4: Comida pronta no delivery (sem necessidade real)

O delivery é uma maravilha da modernidade. Contudo, ele é um dos maiores furos no orçamento.

Primeiramente, uma refeição entregue por aplicativo custa, em média, R$ 35 a R$ 50 (incluindo entrega e taxas). Se você pede delivery duas vezes por semana, gasta entre R$ 280 e R$ 400 por mês.

Em segundo lugar, esse valor não considera bebidas, sobremesas ou taxas extras. Com tudo incluso, pode chegar facilmente a R$ 500 mensais.

Por outro lado, cozinhar em casa custa uma fração disso. Uma refeição caseira bem feita sai por R$ 10 a R$ 15 por pessoa.

Além disso, a comida caseira é mais saudável. Você controla o sal, o óleo e os ingredientes.

Portanto, a alternativa é planejar suas refeições. Cozinhe em maior quantidade no domingo e congele porções. Dessa forma, você terá comida rápida em casa sempre que a preguiça bater.

Por conseguinte, sua saúde financeira e física agradecerão.

 

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⚠️ Atenção: O ZilNews não garante que os preços mencionados neste artigo se mantenham estáveis. Os valores são médias nacionais de 2025/2026. Consulte sempre as condições do seu próprio orçamento antes de tomar decisões.

 

Item 5: Roupas e acessórios por impulso

A indústria da moda vive de impulso. Infelizmente, a maioria das compras de roupa é desnecessária.

Primeiramente, quantas peças de roupa no seu guarda-roupa você realmente usa? Pesquisas mostram que 80% das pessoas usam apenas 20% das roupas que possuem.

Em segundo lugar, as compras por impulso geralmente acontecem em momentos de emoção: tristeza, tédio, ansiedade ou até alegria excessiva.

Além disso, a moda rápida (fast fashion) nos faz comprar peças de baixa qualidade que duram poucos meses. Consequentemente, o ciclo de consumo nunca termina.

Por outro lado, a alternativa é adotar um guarda-roupa cápsula: poucas peças, de boa qualidade, que combinam entre si.

Portanto, antes de comprar qualquer roupa, faça três perguntas: eu realmente preciso disso? Isso combina com o que já tenho? Vou usar pelo menos 30 vezes?

Dessa forma, você reduzirá drasticamente os gastos com moda sem perder estilo.

 

Item 6: Produtos de limpeza com marca superfaturada

Aqui vai um segredo que as grandes marcas não contam.

Primeiramente, a maioria dos produtos de limpeza caros tem uma versão mais barata e igualmente eficaz. O que muda, geralmente, é o perfume e a embalagem.

Em segundo lugar, marcas brancas (de supermercado) ou marcas menores custam até 70% menos. Porém, sua eficácia é praticamente a mesma.

Além disso, muitos produtos podem ser substituídos por soluções caseiras. Vinagre branco, bicarbonato de sódio, água sanitária e detergente neutro resolvem 90% da limpeza doméstica.

Consequentemente, você pode reduzir sua conta de produtos de limpeza de R$ 100 para R$ 30 por mês.

Portanto, da próxima vez que for ao supermercado, compare os preços. Experimente marcas mais baratas. Teste soluções caseiras. Seu bolso e o planeta agradecerão.

 

Item 7: Planos de celular com franquias gigantes (que você não usa)

As operadoras adoram empurrar planos de 50GB, 100GB, “ilimitados”. Porém, a maioria das pessoas não usa nem 10GB por mês.

Primeiramente, acesse o aplicativo da sua operadora e verifique seu consumo médio dos últimos três meses. Muito provavelmente, você está pagando por muito mais do que usa.

Em segundo lugar, a diferença de preço entre um plano de 10GB e um de 50GB pode ser de R$ 40 a R$ 60 por mês. Em um ano, isso representa R$ 480 a R$ 720 jogados fora.

Além disso, existem operadoras virtuais (MVNOs) que oferecem preços muito mais competitivos. Correios Celular, Veek, Fluke, entre outras, cobram metade do preço das grandes operadoras.

Portanto, revise seu plano hoje mesmo. Reduza para um plano compatível com seu consumo real. Se possível, migre para uma operadora menor. Dessa forma, você economizará centenas de reais por ano sem perder qualidade de serviço.

 

Item 8: Taxa de manutenção de conta bancária (inaceitável)

Este item é simples, mas muita gente ainda paga por engano.

Primeiramente, nenhum banco pode obrigar você a pagar taxa de manutenção de conta corrente. A lei brasileira garante serviços essenciais gratuitos: saques, extratos, transferências TED/DOC limitadas e cartão de débito.

Em segundo lugar, mesmo os bancos tradicionais (Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil) oferecem contas gratuitas. Porém, eles escondem essa opção para empurrar pacotes pagos.

Além disso, os bancos digitais (Nubank, Inter, C6, Mercado Pago) já nasceram sem nenhuma taxa de manutenção. São completamente gratuitos.

Consequentemente, se você está pagando qualquer valor mensal para ter uma conta bancária, pare imediatamente. Isso é dinheiro jogado fora.

Portanto, a ação é urgente: entre em contato com seu banco e solicite a migração para uma conta de serviços essenciais (sem tarifa). Ou abra uma conta digital gratuita e transfira sua movimentação para lá.

 

Item 9: Cursos online que você nunca conclui

A educação é importante. Porém, comprar cursos que não são concluídos é puro desperdício.

Primeiramente, quantos cursos online você comprou nos últimos 12 meses? E quantos você realmente concluiu? Pesquisas indicam que a taxa de conclusão de cursos online é inferior a 15%.

Em segundo lugar, muitos cursos são vendidos com urgência falsa: “últimas vagas”, “preço promocional só hoje”, “liquidação imperdível”. Consequentemente, compramos na empolgação e depois abandonamos.

Além disso, plataformas como YouTube, podcasts e blogs oferecem conteúdo gratuito de altíssima qualidade. Para quem está começando em finanças, por exemplo, há toneladas de material gratuito.

Portanto, a regra é clara: só compre um curso quando você já tiver esgotado todo o conteúdo gratuito disponível sobre o assunto. E mesmo assim, pesquise avaliações, veja se o método se alinha ao seu estilo de aprendizado.

Dessa forma, você evitará acumular cursos na prateleira virtual.

 

Item 10: Bebidas alcoólicas em bares e baladas

Este é um dos maiores vilões do orçamento de jovens e adultos.

Primeiramente, uma cerveja em bar ou balada custa entre R$ 12 e R$ 20. Um drink ou whisky pode chegar a R$ 40. Em uma noite de saída, uma pessoa facilmente gasta R$ 100 a R$ 200 apenas em bebidas.

Em segundo lugar, multiplicando isso por 2 ou 3 saídas por mês, estamos falando de R$ 300 a R$ 600 mensais apenas com álcool fora de casa.

Além disso, há o custo adicional: transporte (Uber ou táxi), lanches depois da balada, ingressos, etc.

Por outro lado, consumir bebidas em casa ou na casa de amigos custa uma fração disso. Uma cerveja comprada no supermercado sai por R$ 3 a R$ 5.

Portanto, a alternativa não é parar de sair. É redimensionar: reduza a frequência, prefira encontros em casa ou pré-bares (comer e beber antes de sair), estabeleça um limite de gastos por noite.

Consequentemente, você continuará se divertindo sem comprometer seu orçamento.

 

Resumo dos 10 itens (para você revisar)

Primeiramente, vimos que água engarrafada é desperdício onde a água da torneira é potível.

Em segundo lugar, as assinaturas de streaming não utilizadas drenam seu dinheiro.

Além disso, o café da padaria todo dia custa uma fortuna no fim do ano.

Por outro lado, o delivery sem necessidade é um dos maiores vilões.

Da mesma forma, roupas por impulso acumulam peças não usadas.

Consequentemente, produtos de limpeza de marca cara não valem o preço extra.

Além disso, planos de celular com franquia excessiva são dinheiro jogado fora.

Portanto, taxa bancária é inaceitável na era dos bancos digitais.

Do mesmo modo, cursos online não concluídos são puro desperdício.

Por fim, bebidas em bares e baladas podem ser reduzidas drasticamente.

O que fazer com o dinheiro economizado?

Agora vem a parte mais importante.

Primeiramente, não deixe o dinheiro economizado parado na conta corrente. Isso seria um novo erro.

Em segundo lugar, destine esse valor para algo que realmente faça diferença: reserva de emergência, pagamento de dívidas ou investimentos de baixo risco.

Além disso, crie uma meta clara. Por exemplo: “Vou economizar R$ 300 por mês cortando esses itens. Em um ano, terei R$ 3.600 para minha reserva de emergência.”

Consequentemente, você transformará pequenas economias em um patrimônio real.

Portanto, abra uma conta digital que rende CDI (100% do CDI) e faça um Pix automático todo dia 1 para ela. Dessa forma, você nem verá o dinheiro passar.

 

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⚠️ Atenção final: O ZilNews não recomenda nem indica qualquer tipo de investimento. Todo o conteúdo deste artigo é educacional. Investimentos envolvem riscos de perda do capital. Consulte um consultor financeiro registrado antes de investir. Rentabilidade passada não garante retorno futuro. As economias mencionadas são simulações e podem variar conforme sua realidade local.


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